Amores da minha alegria transbordante,
cá estou de volta ao cerrado do ar seco, céu azul celular e parangolés do meu vasto afeto . .. Meus rizomas genealogicamente felizes aqui em Uberlândia!!!. . . Mas a alegria é sempre tao mais que um lugar e, por isso, quero fazer a minha declaração de amor-amizade esquizoanalítica aos meus encontros em BH. Especialmente a Mel (Esmeraldina no seu jeito-nome de ser de pedrinha multipreciosa) que me inspirou o poeminha que hoje deixo procês:
E se todo mundo caísse de felicidade?
Não por efeito da gravidade,
mas por um viver-morrer de tanto rir?
O chão já não mais seria a densidade,
nem muito menos o apelo a identidade.
Seríamos a umidade dos brotos anunciando a primavera amorfa da alegria . . . .
beijinhos há em cada olhar uma primavera
Carlinha
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